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| Ex-gerente da Petrobras diz que partido de Dilma Rousseff recebeu 174 milhões de euros de propina |
Segundo Barusco Filho, o PT recebeu entre 150 e 200 milhões de
dólares (entre 130 e 174 milhões de euros) de propina sobre os 90
maiores contratos da Petrobras assinados
O ex-gerente de engenharia da petrolífera brasileira Petrobras Pedro José Barusco Filho afirmou que o Partido dos Trabalhadores (PT), da Presidente Dilma Rousseff, recebeu 200 milhões de dólares (174 milhões de euros) de propina de contratos da empresa. O depoimento, concedido à Polícia Federal em novembro, mas divulgado hoje, faz parte de um acordo de delação premiada, ou seja, concessão de informações em troca de possíveis reduções de pena.
Segundo Barusco Filho, o PT recebeu entre 150 e 200 milhões de dólares (entre 130 e 174 milhões de euros) de propina sobre os 90 maiores contratos da Petrobras assinados, entre 2003 e 2013. O PT negou, em nota oficial, que tenha recebido propina, e afirmou que todas as doações que recebe são "legais e declaradas à Justiça Eleitoral".
Sobre as declarações de Barusco Filho, o partido já reagiu, considerando que "seguem a mesma linha de outras feitas em processos de delação premiada, e que têm como principal característica a tentativa de envolver o partido em acusações, mas não representam sequer indícios de irregularidade".
A Operação Lava Jato, da Polícia Federal brasileira, apura desde março de 2014 desvios de dinheiro, corrupção e branqueamento de capitais na Petrobras, com o suposto envolvimento de empreiteiras e políticos.
Segundo Barusco Filho, o PT recebeu entre 150 e 200 milhões de dólares (entre 130 e 174 milhões de euros) de propina sobre os 90 maiores contratos da Petrobras assinados, entre 2003 e 2013. O PT negou, em nota oficial, que tenha recebido propina, e afirmou que todas as doações que recebe são "legais e declaradas à Justiça Eleitoral".
Sobre as declarações de Barusco Filho, o partido já reagiu, considerando que "seguem a mesma linha de outras feitas em processos de delação premiada, e que têm como principal característica a tentativa de envolver o partido em acusações, mas não representam sequer indícios de irregularidade".
A Operação Lava Jato, da Polícia Federal brasileira, apura desde março de 2014 desvios de dinheiro, corrupção e branqueamento de capitais na Petrobras, com o suposto envolvimento de empreiteiras e políticos.
Fonte: ionline 06.02.2015
